Lea primero la Declaración de los dos primeros Autores citados, y luego la Respuesta de Tito Berry de MANA. Por ahora en Portugués. En breve lo tendremos también en español.
XVI - Tipos de Apóstolos
Baseado na opinião de Dr. C. Peter Wagner e Dr. Rony Chaves (em Apuntes sobre el Ministerio Apostólico)
De acordo com os membros da International Coalition of Apostles (ICA) e da Nova Reforma Apostólica (NRA), existem três tipos de apóstolos, de acordo com sua esfera de autoridade: Apóstolos Verticais, Apóstolos Horizontais e Apóstolos de Mercado.
Apóstolos Verticais
A grande maioria dos apóstolos se encontra aqui. São líderes de organizações eclesiásticas, denominações ou redes apostólicas. Muitos os buscam para obter cobertura espiritual ou estão confortáveis com este apóstolo em particular. Paulo é um exemplo bíblico deste tipo de ministro.
• Apóstolos Eclesiásticos ou Eclesiais. Apóstolos que tem autoridade sobre uma série de igrejas e ministérios paraeclesiásticos, presumivelmente em uma rede apostólica liderada pelo apóstolo. É cobertura de ministros e congregações.
• Apóstolos Funcionais. Apóstolos a quem é dada autoridade sobre indivíduos ou grupos que operam dentro de um determinado ministério que age em uma esfera específica de serviço, como Aglow (Jane Hansen), etc.
• Membros de Equipes Apostólicas. Apóstolos cujos ministérios apostólicos funcionam em conjunto com um apóstolo que é visto como o líder de uma equipe de companheiros apóstolos verticais. A eles são atribuídas esferas específicas pelo apóstolo principal. Eles são mais que administradores ou assistentes.
• Apóstolos Congregacionais. Apóstolos que funcionam como pastores seniores por vários anos de igrejas com crescimento dinâmico, com mais de 800 pessoas. Devem também ter outras evidências de seu apostolado.
Apóstolos Horizontais
São ministérios mais de relação do que de denominação. A grande maioria não tem redes de igrejas ou ministérios, mas trabalham com líderes de seu mesmo nível unindo-os ou convocando-os para reuniões ou projetos específicos. São líderes de conexão de ministérios. Um exemplo bíblico é Tiago (Atos 15) que presidiu o Concílio de Jerusalém, unindo apóstolos verticais como Pedro, Paulo, Mateus, João, etc., que por si mesmos não teriam sequer se reunido.
• Apóstolos de Convocação. Apóstolos que tem autoridade para convocar simultaneamente em uma base regular líderes do mesmo nível que ministram em um campo definido. Eles conectam vários apóstolos. C. Peter Wagner servia como Apóstolo de Convocação da International Coalition of Apostles.
• Apóstolos Embaixadores. Apóstolos com ministérios itinerantes, muitas vezes internacionais, que catalisam e nutrem movimentos apostólicos em larga escala. São conselheiros em situações difíceis, ativam a visão apostólica e provocam cúpulas ou reuniões de conselho ministerial de alto nível. John P. Kelly servia como Apóstolo Embaixador da International Coalition of Apostles.
• Apóstolos de Mobilização. Apóstolos que tem a autoridade para mobilizar os líderes e o Corpo de Cristo por uma causa ou projeto específico (Marcha pra Jesus, Oração, etc.)
• Apóstolos Territoriais. Apóstolos que tem autoridade poderosa de Deus para conduzir um determinado segmento do Corpo de Cristo em uma região, território ou nação. Líderes cristãos e seculares reconhecem sua autoridade e influência na sociedade.
Apóstolos do Mundo Comercial
Wagner explica que alguns apóstolos de mercado são verticais (talvez dentro de uma grande empresa), enquanto outros seriam horizontais (conduzindo outros apóstolos de mercado).
Eles tem sua cobertura em uma igreja local, mas seu ministério primariamente se realiza fora da Igreja Nuclear, quer dizer, na extensão da Igreja (política, comércio, esporte, etc.)
Deve ter-se muito cuidado com estes ministérios para que não se desconectem da vida e cobertura da congregação, diz Rony Chaves.
No Brasil, falar de apóstolos de mercado não é comum. Eu conheço apenas um reconhecido como tal, Luiz Mário Queiroz Lima, da Igreja Batista da Lagoinha.
Conclusão
Todos os apóstolos tem um dom primário, portanto, existem Apóstolos com Ministérios Múltiplos: são Apóstolos-Profetas; Apóstolos-Evangelistas; Apóstolos-Mestres; Apóstolos-Pastores, etc. Também podem existir apóstolos que são verticais e horizontais ao mesmo tempo. Esta é uma combinação de atividades apostólicas.
Rony conta em seu livro, que de acordo com o britânico Roger Mitchell, existem duas categorias de apóstolos de acordo com as características apostólicas primárias.
1- Apóstolos Fundamentais:
São os apóstolos que saem de suas fronteiras, rompendo limites para tomar novos territórios.
2- Apóstolos Reformacionais:
São aqueles que se movem para ganhar outra vez o território tomado pelos apóstolos funcionais, mas que foram perdidos parcial ou totalmente através do tempo ante as forças espirituais negativas. Um exemplo deste é João o apóstolo que retoma a Igreja de Éfeso.
TITO BERRY RESPONDE:
Apóstolos dos Homens:
Verticais: Centrados em Si mesmos
Horizontais: Centrados na Organização ou Denominação
De Mercado: Centrados na Posição.
Aqui há uma divisão estrutural entre três tipos de apóstolos, e os seus referentes principais em questão do estabelecimento filosófico da apostolicidade, não mencionam a Cristo, e nada a respeito da igreja no seu desenho bíblico. Tudo está claramente especificado em torno dos homens (ou melhor, de si mesmos) e em torno da posição deles, acima de tudo.
Apóstolos de Cristo:
Centrados em Cristo
Focados à Igreja Local
Focados à Igreja e o Mundo.
Aqui não há divisão em três tipos como no Apostolado dos Homens. Todos estes apóstolos, e cada um deles estão claramente definidos como “enviados” por Cristo mesmo, para vindicar devidamente “o Reino de Deus e de Seu Cristo”, colocados na Igreja (local e Universal) e para o mundo.
O PONTO DE INFLEXÃO:
O Ponto de Inflexão pelo qual passa a diferença entre uma classe de apóstolos (a maioria) e a outra classe (que é minoria) é o discernimento do que é a Igreja, onde está a Igreja, e como ela está, quer dizer, qual é a sua situação atual. Enquanto não possam ver e entender estes três itens, continuarão a ser apóstolos do homem, para o homem (eles próprios e a maioria dos infantis espiritualmente), e pelo homem, ou seja, para o benefício meramente humano e temporal. Entretanto, os verdadeiros apóstolos de Cristo não visam algo para si, nem para os homens, muito menos para o fortalecimento das organizações e denominações dos homens, e objetivamente apontam para a Igreja na Sua eternidade em Cristo.
PRINCIPAIS ERROS ECLESIOLÓGICOS E BÍBLICOS DOS AUTORES CITADOS ACIMA:
Paulo não liderava organização eclesiástica, nem denominação, nem rede apostólica.
“Pastores seniores por vários anos de igrejas com crescimento dinâmico, com mais de 800 pessoas”. Pura Filosofia de Mercado, e visão de liderança oposta ao ensino e vida de Jesus.
Tiago em Atos 15 não aparece horizontalmente convocando aos de posição vertical, isto de por si já é um absurdo: ninguém de baixo poderia influenciar como líder dos que já estão em posição vertical superior.
“Marcha Pra Jesus” e qualquer outro movimento de massa em nenhuma parte do mundo gerou até agora o resultado para o qual foram postos apóstolos no Corpo de Cristo. Efésios 4.
João Apóstolo na Bíblia nunca aparece como “Conquistador” de territórios da igreja perdidos, senão como “Remendador” da Igreja como Rede de Pescados degradada no tempo. Ele não vem a reformar ou melhorar o trabalho dos apóstolos já falecidos (coisa que foca no homem), senão a cuidar da mesma igreja, degradada e em riscos na época, para que voltem ao Princípio do único “Primeiro Amor”: Cristo.
SOBRE A CENTRALIDADE:
Deus nunca quis “levantar” ao homem, ou centralizar nada nos homens caídos, nem mesmo antes dele cair no Éden. Desde antes mesmo da Criação de tudo (incluído o homem), Deus Pai centralizou tudo no seu Filho, Jesus Cristo.
A Esposa para o Seu Filho foi idealizada antes da existência do tempo, ou seja, na Eternidade passada. Por tanto, Cristo e a Igreja são o centro de tudo antes de existir tudo, absolutamente. Aqui não conta nem organização, nem denominação, nem “ministérios” nem movimentos humanos. Somente Cristo e a Igreja.
Cristo não precisou desafiar ao Diabo no famoso episodio da Tentação em Mateus 4. Ele tinha certeza de sua posição. Ele, na sua vida humana, sabia quem era e para que viesse ao mundo. Ressuscitado, sabia para onde voltava, e que no futuro, chegaria a recuperar totalmente o domínio sobre tudo, Ele como Cabeça, e a Igreja como Seu Corpo, devolvendo finalmente o Reino ao Pai, para que o Universo inteiro chegue a ser finalmente de Deus e de Seu Cristo, incluso nele a Igreja. Nunca nenhum ministro verdadeiro, muito menos os falsos, foi o alvo do Propósito Eterno de Deus. No Seu Plano, o homem não tem “posição”; tem lugar, como “membro” do Corpo de Cristo.
Os homens somos meros cooperadores de Cristo no Seu Plano Eterno. Enquanto não entrarmos a esta Visão, estaremos sendo apenas ministros dos homens, para os homens e com fins absolutamente temporais. Havendo algum fruto para a Eternidade, Deus não deixará de recompensar, porém, o Apostolado principalmente, não pode deixar de seguir fielmente o exemplo do Servo Jesus, e do Ungido Cristo, para trazer aos homens de volta a Deus, e edificar o Seu Corpo vivo, na localidade primeiramente.
O DESENVOLVIMENTO DESTA OBRA: estará completo no livro SENHORES OU SERVOS?
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